Book 1 – Lição 8 – Curso de Inglês – Intermediário

One of the most common expressions of autopilot life is dating the same type of man over and over. Different name. Different face. Same baggage. Since we actually have a choice in the matter, how is it that most of us not only choose autopilot but also fight hard to keep it driving the show?

We embrace our fears, and suffering in lieu of jumping into the limitless possibilities that come from living our truest selves. We convince ourselves that it’s perfectly logical and unequivocally safer to stay on utopilot, fiercely protecting our comfort and perceived security. Much easier to do this than deal with our real feelings.
Much simpler to blame someone or something else than to look inside for the truth.

On autopilot, we have no idea who or what is really influencing our decisions and ultimately directing our lives, because most of our motivations and choices stem from subconscious influences. We base the majority of our decisions on ideas and beliefs we’ve learned from people who are, or were, not fully healthy and whole.

Our choices are guided by the silent pressures of society, parents, relatives, and friends — until we decide to snap out of it and distinguish our own voices from theirs.

love

Tradução

Uma das expressões mais comuns de quem vive no piloto automático é a de estar namorando o mesmo tipo de homem uma vez atrás da outra. Nome diferente. Rosto diferente. A mesma bagagem. Na verdade, nós temos a oportunidade de escolher sobre isso, como é que a maioria de nós não só escolhe o piloto automático, mas também luta duramente para mantê-lo dirigindo a vida?

Nós abraçamos nossos medos e sofrimento em vez de saltar para as possibilidades ilimitadas que vêm de viver nosso eu mais verdadeiro. Nós nos convencemos de que é perfeitamente lógico e inequivocamente mais seguro ficar no piloto automático, protegendo ferozmente nosso conforto e segurança. Porque é muito mais fácil fazer isso do que lidar com nossos sentimentos reais. É muito mais simples culpar alguém ou qualquer outra coisa do que olhar para dentro da gente de verdade.

No piloto automático, não temos idéia de quem ou o que realmente está influenciando nossas decisões e, em última análise, direcionando nossas vidas, porque a maioria de nossas motivações e escolhas provêm de influências subconscientes. Baseamos a maioria de nossas decisões em idéias e crenças que aprendemos de pessoas que não são ou não eram totalmente saudáveis ​​e completas.

Nossas escolhas são orientadas pelas pressões silenciosas da sociedade, dos nossos pais, dos nossos parentes e dos nossos amigos – até que decidamos sair disso e distinguir nossas próprias vozes das dos outros.

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