Book 1 – Lição 13 – Curso de Inglês – Intermediário

One of my favorite sentences of all was “We were meant to be, so our love can conquer anything.” Masked as a beautiful profession of love, this was nothing more than one of the many untruths I used to deny how dysfunctional my relationship was. It worked fabulously. It didn’t matter that the love of my life just hurled a stapler at me, for example, missing my head by inches; he was only having a temper and it would pass. It didn’t matter that this great guy spewed expletives at me almost daily; if I cried harder and tried harder, maybe he would finally love me.

It didn’t matter that there had been no sex in months; it would happen tomorrow. I ignored the signs that my ex fiancé was cheating and convinced myself that we had a soulful, one-of-a-kind connection. Anything that jeopardized this picture was ignored or “reframed.” Any threat to my comfort and security was locked out of my thoughts or manipulated so that everything in the relationship fit my twisted view. In my imaginary land, our bigger-than-life, all-encompassing love overshadowed the nasty actuality of my life. Often, we mistakenly think that our illusions protect us, that they keep us from a truth that is much too scary.
We so deeply want to believe our partner is the man we really do want, because our security and comfort depend on it. The thought of demanding change or leaving the relationship elicits such fear that we will do anything, including lying to ourselves, just to keep the illusion of serenity alive. So caught up in being afraid, we can’t even spot our own self-deception. For generations, women have been surviving their lives instead of nurturing the dreams and possibilities that might permit them to thrive. We stay in relationships that drag us down instead of lift us up.

We play the victim, drowning in unhappiness, even though we’re the ones who put ourselves underwater. We create grand illusions built on ideals of love and sacrifice, and we put ourselves last and the survival of our deceptions first, no matter the cost. Then, when our self-created brick wall crumbles, or our partner treats us with disrespect and unkindness, we get mad. We get infuriated at the people and circumstances around us, refusing to focus on the real perpetrators — ourselves. The truth is, there is no one else to blame. We own our illusions and misery. The good news is, we also own choice. We can continue to believe our lies and build our illusions, or we can finally take responsibility.

1-thinking

Tradução

Uma das minhas frases favoritas de todos era “Nós fomos feitos uma para o outro, então nosso amor pode conquistar qualquer coisa.” Mascarada como uma bela profissional do amor, isso não era mais do que uma das muitas mentiras que eu costumava dizer para negar o quão disfuncional meu relacionamento era. Isso funcionou fabulosamente. Não importava que o amor da minha vida tivesse lançado um grampeador na minha direção mim, por exemplo, que para acertar minha cabeça faltou poucos centímetros; eu justificava que ele só estava nervoso e isso logo passaria. Não importava que este incrível rapaz me vomitava palavrões quase todos os dias; talvez se eu chorasse mais e tentasse mais, ele finalmente me amaria.

Não importava que nós não tínhamos feito sexo em meses; Isso aconteceria amanhã. Ignorei os sinais de que meu ex noivo estava me traindo e me convenci de que a gente tinha uma conexão para a vida toda. Tudo o que arruinasse essa imagem foi ignorado ou “readequado”. Qualquer ameaça ao meu conforto e segurança foi bloqueada e tirada dos meus pensamentos ou até manipulada de modo que tudo no relacionamento se encaixasse perfeitamente com a minha visão destorcida da realidade. Na minha terra imaginária, nosso amor era maior que a vida, abrangente, e que ofuscava a realidade desagradável da minha vida. Muitas vezes, pensamos equivocadamente que nossas ilusões nos protegem, que nos impedem de uma verdade muito assustadora.
Nós desejamos profundamente que nosso parceiro seja o homem que realmente queremos que ele seja, porque nossa segurança e conforto dependem disso. O pensamento de exigir a mudança ou deixar a relação suscita medo de tal forma que fazemos qualquer coisa, inclusive mentir para nós mesmos, apenas para manter a ilusão dessa serenidade viva. Então, presos nesse medo, nem podemos detectar nosso auto-engano. Durante gerações, as mulheres têm apenas sobrevivido às suas vidas, em vez de nutrir os seus sonhos e as suas possibilidades que lhes permitam prosperar. Nós ficamos em relacionamentos que nos arrastam em vez de nos levantar.

Nós nos fazemos de vítima, nos afogando na infelicidade, apesar de sermos nós aqueles que nos colocamos debaixo d’água. Criamos grandes ilusões construídas sobre ideais de amor e sacrifício, e nos colocamos no último lugar e a sobrevivência de nossos enganos primeiro, sem importar o que isso vai nos custar. Então, quando nossa parede de tijolos auto-criada se desmorona, ou nosso parceiro nos trata com desrespeito e brutalidade, ficamos com raiva. Ficamos enfurecias com as pessoas e as circunstâncias que nos cercam, recusando-se a nos concentrar nos verdadeiros perpetradores – nós mesmos. A verdade é que não há mais ninguém para culpar. Nós possuímos nossas ilusões e nossas misérias. A boa notícia é que nós também podemos escolher. Podemos continuar a acreditar em nossas mentiras e construir nossas ilusões, ou podemos finalmente assumir a responsabilidade.

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