Lição 2 – Book How to Become Wealthy – English Audio – Intermediário

98 Percent vs. 2 Percent

But before I share that statistic, let me first tell you about how I also once encountered a living example of it. I was at McDonald’s, eating my two cheeseburgers and large fries, when my eyes gazed up and I saw her – a diminutive woman with a weathered face that showed all the hard times she had experienced in her lifetime. Short, thin, curly-permed gray hair topped her very frail body. Her back was hunched over as she wiped tables and carried a stack of trays that looked to be nearly half her size. And she completely captivated me!

As if computer- programmed, she would wipe a table, pick up the stack of trays, move on to the next table, and then sit to rest, wiping the sweat off her brow. I somehow felt compelled to reach out to this woman. I wanted to know why she was working at McDonald’s. Initially I imagined it was because she wanted to work, or maybe she was bored in her retirement age and wanted something to get her out of the house. But when I saw her resting after wiping each table, I quickly tossed out those assumptions and decided to start up a conversation. I went over, sat next to her, and said in a soft voice,
– “Hi.”
She smiled at me and said,
– “Well, hello there, honey.”
Her sweet smile and gentle-yet-raspy voice touched my heart. After a few minutes of chitchat, I had to ask a question.
-“How long have you worked here?”
-“Oh, for a little while,” she said.
-“Do you like what you do?”
-“Well, honey, I am just glad to have a job.”
-“Really?Why is that?”
-“Social Security and my husband’s pension just is not enough to live on, so I have to work.”
-“What? Are you kidding me?”
-“No, sweetheart. I wish I was.”
-“If you don’t mind, can I ask you a personal question?”
-“Sure.”
-“How old are you?”
She sighed and chuckled before saying,
-“I am eighty-nine and will be ninety next month.”
Tears welled up my eyes as I heard this. I was so upset at this injustice! I wanted to tell her to quit her job right then and there so I could support her and her husband financially. This is not how it should be, I thought as I absorbed what she had just told me. They are in their golden years. She should be enjoying life, not lugging around a stack of trays of a fast-food joint. Then the reality set in. I could barely take care of myself, let alone this sweet, elderly couple. Where were their kids and grand kids? Who was letting her work like that? What kind of a family did they have?

There I was, twenty years old and looking at my possible future. I was heartbroken and more than a little discouraged by the hard realization that this McDonald’s worker really could be me in seventy years. Now, back to that shocking information that I had learned briefly before meeting the McDonald’s lady. It was a statistic that 98 percent of the population will end up dead or dead broke by age sixty-five.

Let me repeat that: 98 percent of the population will end up dead or dead broke by age sixty-five. Only 2 percent of the population will succeed financially.

As I have traveled around the world I have encountered scenarios similar to the McDonald’s lady’s time and again – people living life by default instead of by design, and working breathlessly hard throughout their lives only to end up broke at the end of their race.

Tradução

98 por cento contra 2 por cento

Mas antes de compartilhar essa estatística, deixe-me primeiro falar sobre como eu também já encontrei um exemplo vivo disso.

Eu estava no McDonald’s, comendo meus dois cheeseburgers e batatas fritas, quando levantei os olhos e eu a vi – uma mulher diminuta com um rosto desgastado que mostrava todos os momentos difíceis que ela havia experimentado durante sua vida. Cabelo grisalho curto, fino e encaracolado encimava seu corpo frágil. Suas costas estavam debruçadas enquanto ela limpava as mesas e carregava uma pilha de bandejas que pareciam ser quase a metade do tamanho dela. E ela me cativou completamente!

Como se programado por computador, ela limpava uma mesa, pegava a pilha de bandejas, ia para a mesa ao lado e depois sentava-se para descansar, enxugando o suor da testa. De alguma forma, senti-me compelido a conversar com essa mulher. Eu queria saber por que ela estava trabalhando no McDonald’s.

Inicialmente imaginei que era porque ela queria trabalhar, ou talvez ela estivesse entediada em sua idade de aposentadoria e queria algo para tirá-la de casa. Mas quando eu a vi descansando depois de limpar cada mesa, eu rapidamente joguei fora essas suposições e decidi iniciar uma conversa.

Eu fui, sentei ao lado dela e disse em voz baixa:
-“Oi”.
Ela sorriu para mim e disse:
-“Bem, olá, querida.”
Seu doce sorriso e voz suave e rouca tocaram meu coração. Depois de alguns minutos de conversa, eu tive que fazer uma pergunta.
-“Por quanto tempo você trabalhou aqui?”
-“Oh, por um tempo”, disse ela.
-“Você gosta do que faz?”
-“Bem, querida, estou feliz por ter um emprego.”
-“Sério? Mas por quê?”
-“A Segurança social e a pensão do meu marido não são suficientes para viver, então tenho que trabalhar.”
-“O que? Você está de brincadeira?”
-“Não querida. Bem que eu queria que fosse.”
-“Se você não se incomodar, posso fazer uma pergunta pessoal?”
-“Claro.”
-“Quantos anos você tem?”
Ela suspirou e riu antes de dizer: “Tenho oitenta e nove e terei noventa no mês que vem”. Lágrimas encheram meus olhos quando ouvi isso. Fiquei tão chateada com essa injustiça! Eu queria dizer a ela para deixar o emprego dela naquele momento para que eu pudesse ajudá-la e ao seu marido financeiramente. Não é assim que deveria ser, pensei enquanto absorvia o que ela acabara de me contar. Eles estão em seus anos dourados. Ela deveria estar curtindo a vida, não carregando uma pilha de bandejas de uma empresa de fast-food.

Então a realidade se apresenta. Eu mal conseguia cuidar de mim mesmo, muito menos ia conseguir cuidar desse doce casal de idosos. Onde estavam filhos deles e os netos? Quem estava deixando ela trabalhar assim? Que tipo de família eles tinham? Lá estava eu, com vinte anos e olhando para o meu provável futuro. Eu estava com o coração partido e mais do que um pouco desanimada com a dura constatação de que essa funcionária do McDonald’s realmente poderia ser eu em setenta anos.

Agora, voltando àquela informação chocante que eu aprendi brevemente antes de conhecer a senhora do McDonald’s. Era uma estatística que 98% da população acabaria morta ou falida aos sessenta e cinco anos. Deixe-me repetir que: 98 por cento da população vai acabar morta ou falida aos sessenta e cinco anos. Apenas 2% da população terá sucesso financeiro.

Como eu viajei ao redor do mundo, eu encontrei cenários parecidos com o da senhora do McDonald’s – pessoas vivendo a vida de forma automática ao invés de planejada, e trabalhando duro ao longo de suas vidas apenas para acabar quebrado no final da corrida.

Continua…

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