Book 1 – Lição 5 – Curso de Inglês – Intermediário

Before self-awareness hit me smack in the face, thanks in large part to my shock at my fiancé’s departure, I was blind to how unhealthy and “holey” I really was. My operating principle for life had always been “I’m fine. Everything’s fine. No big problems here.” If someone had asked me back then, “Are you healthy? Are you whole, in and of yourself?” honestly, I would have thought that person was a nutcase. I wasn’t in the market for a shrink, and self-help lingo wasn’t in my vocabulary. Working hard to keep my facade of a happy life and relationship intact, I labored to shove self-awareness away with the tactics I knew best: dismissal, sarcasm, and righteous self-confidence. I was, after all, “doing just fine.”

Sure, I knew I had some unresolved issues, but I was oblivious to the depth of my grief and insecurity. How would I have known? I was “doing” my life really well — great job, big house, and the bling-bling ring. Of course there were signs — too much partying, an inability to be alone, and settling for a relationship that made me unhappy 80 percent of the time. But like so many women, I was a pro at creating a busy life that appeared successful, even to myself.

leaving

Tradução

Antes que a autoconsciência me atingisse no rosto, e isso graças em grande parte ao meu choque ao ver meu noivo me deixando, eu estava cega para o quão doente e “cheia de buracos” eu realmente estava. Meu princípio para fazer a vida funcionar sempre foi “Eu estou bem. Está tudo bem. Não há grandes problemas aqui. “Se alguém me tivesse perguntado naquela época, “você está saudável? Você está completa, em e dentro de si mesma?” Honestamente, eu teria pensado que essa pessoa era maluca. Eu não estava no mercado para um psiquiatra, e a linguagem de auto-ajuda não estava no meu vocabulário. Eu estava trabalhando duro para manter minha vida de fachada e de um relacionamento feliz, intactos, trabalhei para evitar a auto-consciência com as táticas que conhecia melhor: rejeição, sarcasmo e demonstração de autoconfiança. Eu estava, afinal, “indo muito bem”.

Claro, que eu sabia que existiam alguns problemas não resolvidos, mas eu não tinha consciência da profundidade do meu sofrimento e da minha insegurança. Como eu ia saber? Eu estava “fazendo” minha vida realmente ser bem-sucedida – tinha um ótimo trabalho, uma casa grande e um anel de brilhante. Claro que eu percebia os sinais – muita festa, uma incapacidade de estar sozinho e de estar em um relacionamento que me deixou infeliz 80% do tempo. Mas, como tantas outras mulheres, eu era uma profissional na criação de uma vida ocupada que parecia bem-sucedida, até mesmo para mim.

Continua amanhã…

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